O Caribe não é aqui

Estudo recente da Rede Abrolhos, publicado na revista científica PLOS ONE (veja a segunda imagem para a referência), reúne a mais longa série de dados sobre a cobertura de recifes coralíneos no Atlântico Sul. Foram 13 anos de monitoramento contínuo em Abrolhos, no sentido de entender o funcionamento do ecossistema recifal e sua dinâmica.  O estudo revela peculiaridades importantes desses recifes, as quais devem ser levadas em conta para sua adequada conservação e uso sustentável. Ainda que sejam considerados relativamente resistentes, os corais de Abrolhos sofreram com as mudanças climáticas e com a sedimentação das dragagens feitas para o escoamento de toras de celulose – que supostamente não afetaria os corais. 

Quase 20 anos depois do licenciamento, que garantia total segurança aos recifes, as atividades portuárias em Caravelas começam a ser paralisadas e ficam no (m)ar diversas perguntas: Os recifes costeiros afetados vão se recuperar? Como e em quanto tempo? O ônus deixado por mais um ciclo econômico ficará somente por conta da natureza e dos pescadores artesanais? Como os recifes de corais reagirão à intensificação das pressões climáticas, da sobrepesca, e dos empreendimentos na zona costeira?

 

Leia a matéria completa no site da Oeco: https://www.oeco.org.br/reportagens/o-caribe-nao-e-aqui-estudo-revela-aspectos-que-distinguem-abrolhos-dos-demais-recifes-de-corais/