Os corais brasileiros e a economia da destruição

De um lado temos o rompimento de barragens, pesca excessiva, porto para embarque e desembarque de toras de eucaliptos, e o crescente interesse da indústria de óleo e gás na região. Do outro lado temos o maior banco de corais do Atlântico Sul, localizado no sul da Bahia e norte do Espírito Santo, que apresenta um potencial biotecnológico bilionário.

“Com uma costa imensa e relevante capacidade científica para transformar recursos naturais em benefícios para a sociedade, precisamos urgentemente rever nossa relação com o oceano. Antes que seja tarde!”

Confira o texto completo “Os corais brasileiros e a economia da destruição”, publicado no jornal O Estado de São Paulo.

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